A Importância da Equoterapia na Inclusão de Jovens
1 de março de 2019

Saiba mais sobre o autismo

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O autismo ou TEA (Transtorno do Espectro Autista) pode ser definido como uma síndrome comportamental que pode ser observada por dificuldades na interação social, na comunicação, e padrões restritivos e repetitivos de comportamento que não possuem finalidade social, podendo ser classificado em leve, moderado ou grave. Costuma ser identificado logo nos primeiros anos da infância, sendo mais comum em meninos. No Brasil, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), o autismo acomete mais de 2 milhões de pessoas.

 

Síndrome de Asperger

A Síndrome de Asperger é o grau mais leve do autismo, de acordo com as classificações do Transtorno do Espectro Autista, e permite que o paciente leve uma vida relativamente normal, já que a inteligência e a coordenação motora não são gravemente comprometidas.

Os portadores da Síndrome de Asperger geralmente apresentam dificuldades na fala e na comunicação, têm comportamento repetitivo e tendem a ser um pouco mais fechados, o que pode fazer com que sejam confundidos com pessoas tímidas. Um dos sinais da síndrome é a presença do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), o que faz com que o paciente crie “regras” para o dia a dia, como se vestir sempre com a mesma cor, apagar e acender a luz mais de uma vez ou comer apenas com um talher específico.

 

A equoterapia no tratamento do autismo

A equoterapia, por ser realizada ao ar livre, proporciona estímulos diferenciados aos da clínica tradicional, promovendo a integração de exercícios motores, sensoriais, cognitivos e comportamentais simultaneamente.

O desenvolvimento do vínculo afetivo com o cavalo abre espaço para o aumento da autoconfiança, proporcionando maior autonomia e independência dos pacientes. O reconhecimento do eu e do outro também é facilitado pela relação com o cavalo. Os sentimentos de empatia e de reciprocidade emocional que o contato com o animal desperta ajudam na promoção de uma maior abertura no processo de interação social.

Além da autonomia, independência e socialização, as atividades que podem ser desenvolvidas durante a terapia visam trabalhar a atenção, concentração, memória, coordenação motora, estimular a comunicação e a fala, ampliar os interesses da criança, trabalhar o controle da ansiedade e a baixa tolerância à frustração.
Quer saber mais sobre como a equoterapia pode ajudar em casos de autismo? Entre em contato conosco pelo telefone (41) 3027-1666 ou envie um e-mail para andaluz@institutoandaluz.com.br.

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